E aí a gente se sente acolhido por um grupo qualquer, a gente se sente amado, se sente importante, se sente junto deles. Daqui a pouco a gente pensa mais e fica mais longe das pessoas, vê e analisa-as mais atentamente. A gente se sente ligeiramente excluído. E aí? E aí, o que acontece? A gente se toca, coloca os óculos e deixa de lado a miopia, vê tudo como é, percebe que a gente nunca foi parte de nada daquilo. A gente percebe que sempre foi como um estranho no ninho. Eu sempre fui estranha.
—Amanda Bernucci (sorvete com café)

52/100 pictures of John Lennon
Adoro vírgulas porque elas dão apenas uma pausa, um descanso, começam outra alternativa na história. As vírgulas não são como os pontos finais que, conseguimos notar já pelo seu nome, nos dão um fim e nada mais. Um fim? Parece que não me dou muito bem com finais, principalmente os que vêm rápido. Deve ser por causa da nossa história: sem vírgulas, rápida, confusa, mas com um fim. Qualquer alternativa é melhor que um fim, não acha? Não sei do que tenho raiva, ou dos pontos finais ou de você. É, tenho raiva de você.
— Amanda Bernucci (sorvete com café)
Reblog this and I will leave you a sweet message. :)
Se você está lendo isso, pode ficar feliz, porque você é realmente importante para mim.
"Merry X-Mas, young master..."
kuroshitsuji <3

